domingo, 8 de setembro de 2019

191- inglês


Tom’s Day
Read the following text, then do the exercise below.
On Sunday, Tom gets up at 10 o’clock. Then he reads his newspaper in the kitchen. He has breakfast at 11.30 and then he telephones his mother in Scotland.
In the afternoon, at 1.00, Tom plays tennis with his sister and after that, they eat dinner in a restaurant. 
At 6.00, Tom swims for one hour and then he goes by bike to his brother´s house. 
They talk and listen to music.
Tom watches television in the evening and drinks a glass of Jack Daniel’s whiskey. 
He goes to bed at 11.30.
1. Where does Tom have breakfast?
    In the kitchen
    In his bedroom
    In the lounge
    
2. Who does he telephone in the morning?
    His sister
    His brother
    His mother
    
3. Where does his mother live?
    In England
    In his brother’s house
    In Scotland
    
4. What time does he play tennis with his sister?
    1pm
    2pm
    11.30am
    
5. How long does Tom swim for?
    One hour
    Two hours
    Six hours
    
6. How does Tom go to his brother’s house?
    By bike
    By car
    On foot
    
7. What does Tom drink in the evening?
    Wine
    Beer
    Whiskey
    
8. What time does Tom go to bed?
    11pm
    11.30pm
    Midnight
9. Retire do texto:
a- um dia da semana
b- 7 verbos no presente simples, 3ª pessoa e dê sua tradução
c- 2 membros da família
d- 1 parte da casa

10. Passe a oração: "Tom gets up at 10 o’clock." para a FI e FN 

191 e turma do Michel


Escola: ______________________________________
Nome:____________________________________
Data:__/__/__
Trabalho avaliado de LP
Canção do exílio
"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
Escrito em Coimbra, Portugal em julho de  1843 por Gonçalves Dias


1 –  “As aves, que aqui gorjeiam,   /   Não gorjeiam como lá.” O s advérbios “aqui” e “lá” se referem respectivamente a
   A – Portugal e Portugal
   B – Brasil e Portugal
   C – Brasil e Brasil
   D – Portugal e Brasil


   2 – Palmeiras e Sabiá representam, nesse texto:
   A – a natureza de Portugal
   B – a natureza brasileira
   C – todas as aves do Planeta
   D – todos os animais da Terra

   3 – “Nosso céu tem mais estrelas,    /   Nossas várzeas têm mais flores,   /   Nossos bosques têm mais vida,   /   Nossa vida mais amores.”  Todas as opções abaixo apresentam características do Romantismo. Assinale a alternativa que se refere aos versos destacados nessa questão.
   A – Indianismo e Boemia
   B – Mal-do-século e Sertanismo
   C – Idealização e Culto da natureza
   D – Satanismo e Regionalismo  


   4 – “Sem qu'inda aviste as palmeiras,” Assinale o fenômeno que aconteceu com a palavra grifada nesse verso.
   A – contração
   B – combinação
   C – ditongação
   D – hifenização


   5 – Sobre esse texto só é correto informar que ele foi escrito em
   A – Portugal pelo poeta Gonçalves Dias em 1843.
   B – 1843, no Brasil pelo poeta Gonçalves Dias.
   C – Portugal (1943) pelo poeta Gonçalves Dias.
   D – 1843, em Portugal pelo poeta Gonçalves de Magalhães.


   6 – "Nossos bosques têm mais vida",   /   "Nossa vida" no teu seio "mais amores.". Esses versos se encontram no Hino Nacional Brasileiro entre aspas. Isso acontece porque tais versos
   A – foram retirados da Canção do Exílio.
   B – da Canção do Exílio foram retirados do Hino Nacional.
   C – não têm qualquer relação entre um texto e outro.
   D – são totalmente independentes.


   7 – “Em  cismar, sozinho, à noite,” A o verbo grifado nesse verso tem o significado de
   A – ficar
   B – pensar
   C – medrar
   D – estar


   8 – Todas as opções abaixo fazem parte do pedido do poeta, exceto:
   A – que eu morra,
   B – Sem que eu volte para lá;
  C – Sem que desfrute os primores
   D – Que não encontro por cá;


   9 – “Nossas várzeas têm mais flores,” A palavra grifada nesse verso recebeu acento
   A – por causa do plural, mas esse acento não persiste nas regras atuais do português.
   B – porque está no singular e esse acento ainda persiste no português atual.
   C – por causa do plural e esse acento ainda persiste nas regras atuais do português.
   D – pois foi escrito numa época em que se acentuava tal palavra.


   10 – “Não permita Deus que eu morra,   /   Sem que eu volte para lá; A expressão “sem que”, usada nesse verso, introduz uma
   A – concessão
   B – consequência
  C – conclusão
  D – condição


domingo, 1 de setembro de 2019

191- paródia

Espaço destinado a publicação das letras criadas para parodiar o livro Caminhando na Chuva...
Não esqueçam... deve ter o nome da música de origem

191 e turma do Michel


A Estranha Passageira
    - O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de vôo - e riu nervosinha, coitada.
    Depois me pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem. Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz o bacano respondendo que estava às suas ordens.
    Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive que realizar essa operação em sua farta cintura.
    Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço ante as perguntas que aquela senhora me fazia aos berros, como se estivesse em sua casa, entre pessoas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:
    - Para que esse saquinho aí? - foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.
    - É para a senhora usar em caso de necessidade - respondi baixinho.
    Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou:
    - Uai... as necessidades neste saquinho? No avião não tem banheiro?
    Alguns passageiros riram, outros - por fineza - fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue (embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos para todos os lados.
    O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta:
    - Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?
    Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.
    Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do "show". Mesmo os que mais de divertiam com ele resolveram abrir os jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.
    Foi quando madama deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janela para ver a paisagem) e gritou:
    - Puxa vida!!!
    Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:
    - Olha lá embaixo.
    Eu olhei. E ela acrescentou: - Como nós estamos voando alto, moço. Olha só... o pessoal lá embaixo até parece formiga.
    Suspirei e lasquei:
    - Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou vôo.

Stanislaw Ponte Preta
1-     Assinale a oração que não demonstra um vexame dado pela senhora que viajava pela primeira vez:
a-     “Para que esse saquinho aí?”
b-     “No avião não tem banheiro?”
c-     “Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só para ela?”
d-     “Afinal estava ali pronta para viajar.”

2-     Na oração “Estou com zero hora de vôo”, qual o sentido da expressão destacada?
a-     a pessoa nunca viajou de avião
b-     a pessoa estava num avião novo
c-     a viagem não tinha valor algum
d-     a pessoa estava no inicio da viagem

3-     De acordo com o texto, assinale o adjetivo que não condiz com a personagem chamada de estranha:
a-     incomoda
b-     ridícula
c-     tímida
d-     inexperiente

4-     Por que o narrador mencionou ter perdido a oportunidade de ler o romance policial?
a-     porque é proibido ler no avião
b-     porque a passageira pediu a ele que sentasse a seu lado
c-     porque o narrador emprestou seu livro à passageira
d-     porque o narrador acabou perdendo o livro na hora do embarque

5-     O verbo sobraçar significa:
a-     levar debaixo do braço
b-     carregar muitas coisas
c-     abraçar muitas coisas
d-     levar nas mãos

6-     Assinale a oração que não condiz com a expressão tirar uma pestana:
a-     dormir
b-     tirar um ronco
c-     tirar um cisco
d-     dar um cochilo

7-     Na oração “...minha vizinha apertava os olhos e lia qualquer coisa” a expressão destacada significa:
a-     não sabia ler
b-     estava com sono
c-     sentia dores nos olhos
d-     não enxergava direito

8-     A palavra azougue significa:
a-     pessoa muito gorda
b-     pessoa viva e esperta
c-     pessoa azeda
d-     a palavra azougue é sinônimo de açougue

domingo, 25 de agosto de 2019

191 e turma do Michel

Atividade extra de interpretação. Favor anotar as respostas a caneta.


   EDUCAÇÃO  EM  DECADÊNCIA...

       A Educação, há muitas décadas, está em decadência. Vários motivos contribuem para tal realidade. O sistema arcaico, a destruição familiar, a falta de compromisso dos profissionais como a própria situação do País, mergulhado num caos profundo.
       As famílias não conhecem o verdadeiro sentido da educação. Em casa  desconhecem a utilidade dos livros,  absorvem as conversas frívolas ou se prostram diante da televisão... acreditando sair dali algo produtivo para sua vida. Conhecem apenas aquele mundinho de inverdades, criado pela telinha e se orienta pela realidade ali apresentada. Os filhos vão reproduzindo aquela banalidade, tornando-se autômatos... desumanos... medíocres.
       Os profissionais da educação se apegam à ideia do mísero salário e se rebaixam a um trabalho menor, quase insignificante. Raríssimos são os destaques capazes de produzirem algum fruto. Essa escola cria uma sociedade carcomida pela ganância ignorante de um povo fraco, omisso, menor.
       Para essa realidade, contribui um sistema de ensino arcaico com o propósito apenas de dar continuidade a esse marasmo de conhecimento restrito. Sistema esse que não premia qualquer atividade produtiva nem pune as atrocidades inseridas no dia-a-dia. Sistema falho, totalmente comprometido com a propagação das mazelas cotidianas. Se jogassem num recipiente: políticos, empresários, funcionários públicos, padres, pastores... todo esse imbróglio se transformaria numa massa apodrecida, numa poeira inútil, nada mais.
       Outro fator que contribui para essa catástrofe social é a própria sociedade oriunda dessa medíocre realidade. Pessoas convivem pacificamente com a miséria, com a fome, com a violência e outras formas vis de perturbações humanas. Não têm coragem de insurgir contra tais atrocidades.
Vivemos, portanto, numa caótica e depressiva realidade, sem rumo e sem perspectiva alguma pela frente. Vive-se um mundo de apáticos, incapazes de levantar uma bandeira nova em prol da humanidade.

1.     Esse texto, quanto ao tipo, classifica-se  como
A – Narrativo
B – Descritivo
C – Dissertativo
D – Argumentativo

2.     Quanto ao gênero, esse texto pode-se classificar como
A – crônica  
B – romance
C – conto
D – poema

3.     Assinale a opção onde todos os itens foram citados nesse texto como causas da decadência do ensino.
A – alunos, profissionais, família, situação do país. 
B – sistema, profissionais, família, situação financeira. 
C – sistema, profissionais, família, situação do país. 
D – sistema, profissionais, alunos, situação do país. 


4.     São problemas citados no texto com os quais as famílias contribuem para o caos no ensino, exceto:

A – desconhecimento dos livros.
B – perda de tempo na internet.
C – grande tempo frente à televisão.
D – absorção de conversas frívolas.


5.     Segundo esse texto, em se tratando da televisão, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
A – A TV é um veículo de alta confiabilidade
B – Ela apresenta um mundo mentiroso e pequeno.
C – A televisão atrofia o conhecimento.
D – O conteúdo ali veiculado é improdutivo para a vida.

6.     De acordo com esse texto, a causa de os profissionais da educação não fazerem um trabalho digno está na alternativa:
A – Eles não têm capacidade para desenvolvimento de um trabalho maior.
B – Raríssimos são os destaques capazes de produzirem algum fruto.
C – Essa escola cria uma sociedade carcomida pela ganância ignorante de um povo fraco, omisso, menor.
D – Eles se apegam ao salário indigno, miserável que ganham.


7.     Segundo esse texto, só não se relaciona ao sistema educacional atual:

A – Ele é arcaico apropriado a dar continuidade ao conhecimento restrito.
B – Ele não premia os valores que surgem.
C – Ele não está comprometido com as mazelas cotidianas.
D – O sistema não pune as atrocidades cotidianas da escola.


8.     “Pessoas convivem pacificamente com a miséria, com a fome, com a violência e outras formas vis de perturbações humanas.” De acordo com o texto, não se tomam providências:
A – Por falta de coragem
B – Por achar inútil
C – Sem motivo algum
D – Porque não acreditam nessa realidade

9.     As ideias contidas na conclusão desse texto podem ser consideradas
A – otimistas
B – irreais 
C – indiferentes
D – pessimistas

10.                        Segundo o texto quem reproduz as banalidades impostas pela televisão obterá todos os adjetivos abaixo, com exceção de
A – desumano
B – inteligente
C – autômato
D – medíocre



domingo, 18 de agosto de 2019

191 e turma do Michel

Vamos melhorar a interpretação de textos?



1ª viagem de automóvel
A primeira viagem de automóvel entre o Rio e São Paulo foi realizada em 876 horas. O herói da façanha foi o Conde Lesdain, que trouxe da França o seu carro “Brassiler”. A viagem teve início às cinco horas do dia 7 de março de 1908, há, portanto 61 anos, e terminou às 17h24minh de 12 de abril, percorrendo os mesmos caminhos do Século XVIII.
     Depois da duplicação da Rodovia Presidente Dutra, feito expressivo da nossa engenharia, que exigiu a maior concentração de máquinas rodoviárias, jamais verificada entre nós, o percurso entre as duas principais cidades brasileiras pode ser coberto em seis horas apenas.
     Com a duplicação, o movimento diário da estrada elevou-se a duzentos mil veículos. O índice de acidentes, por outro lado, também aumentou, porque as novas pistas de mão única favorecem a imprudência dos motoristas, principalmente nos fins de semana.
     A imprudência dos motoristas é observada por toda parte. Nas rodovias, porém, assume proporções alarmantes. Ao contrário do que muitos imaginam, dirigir nas estradas não é tarefa das mais fáceis, porque, além de perícia e habilidade, exige contínua e redobrada atenção, em função da velocidade e da distância a percorrer.
     [...] As estatísticas demonstram que o número de mortos e feridos em desastres rodoviários na maioria dos países industrializados é, hoje em dia, maior que o de qualquer outro tipo de acidentes, como acontece, por exemplo, nos Estados Unidos, onde, nas suas magníficas estradas, registram-se os mais elevados índices. A solução, portanto, é atender rapidamente os feridos, no próprio local do acidente, quando necessário, para salvar o maior número de vítimas. Foi observado, em relação à nossa principal rodovia, que, graças a medidas postas em prática, tem diminuído o número de mortes, embora o de desastres continue em escala crescente.
01 - “A primeira viagem de automóvel entre o Rio e São Paulo foi realizada em 876 horas”. O item abaixo em que a reescritura dessa frase inicial do texto ALTERA o seu sentido original é:
A – Foi realizada em 876 horas a primeira viagem de automóvel entre o Rio e São Paulo;
B – A primeira viagem de automóvel no Brasil realizou-se em 876 horas;
C – 876 horas foi o tempo de duração da primeira viagem de automóvel que foi realizada entre o Rio e São Paulo;
D –.– Entre o Rio e São Paulo, a primeira viagem de automóvel foi realizada em 876 horas..

02 - Ao utilizar o vocábulo “façanha”, dizendo que o Conde Lesdain foi “o herói da façanha”, o autor quer destacar:
A – as dificuldades enfrentadas na viagem;                          
B – um fato inexpressivo;   
C – o valor histórico do feito;                                                 
D – a duração da viagem inicial.

03 - “A viagem teve início...” O segmento “teve início” pode ser corretamente substituído por “começou” ou “principiou”. O item abaixo em que o segmento sublinhado NÃO apresenta uma substituição adequada é:
A – o conde teve disposição = dispôs-se a; 
B – a viagem teve fim = terminou;
C – o problema teve solução = solucionou;                         
D – o conde teve prazer em viajar = gostou de;


04 - “A viagem teve início às cinco horas do dia 7 de março de 1908, há, portanto, 61 anos”. A conclusão presente nesse segmento do texto:
A – valoriza o trabalho do governo na construção de estradas;  
B – apresenta cálculo equivocado no número de anos;
C – tem como ponto de referência a data da publicação do artigo;
D – leva em consideração o valor histórico do feito.

05 - No segundo parágrafo, é dito que houve “duplicação” da Rodovia Presidente Dutra. O termo entre aspas significa que:
A – houve a construção de uma nova rodovia entre as duas cidades;
B – o tráfego de veículos teve seu movimento duplicado;
C – a rodovia teve duplicada a sua extensão;
D – dividiram o movimento de veículos em duas mãos de direção;

06 – “... tem diminuído o número de mortes, embora o de desastres continue em escala crescente.” A expressão grifada nesse trecho introduz uma ideia de
A – conclusão
B – finalidade
C – causa
D – concessão

07 – A duplicação da Rodovia Presidente Dutra trouxe problemas como:
A – Elevou-se o movimento diário da estrada.
B – A imprudência dos motoristas.
C – Aumento do índice de acidentes.  
D – Imperícia e inabilidade dos motoristas.

08 – De acordo com esse texto, na principal rodovia do Brasil, Rodovia Presidente Dutra, os desastres
A – aumentam e também aumentam o número de mortes.
B – aumentam, mas diminuem o número de mortes .
C – diminuem, mas aumentam o número de mortes.
D – diminuem, e também diminuem o número de mortes.

09 – De acordo com esse texto, a solução para diminuir os acidentes é
A – punir com mais rigor os infratores.
B – fazer uma campanha permanente, orientando os motoristas.
C – criar leis severas para que os motoristas mudem de atitude.
D – atender rapidamente os feridos, no próprio local do acidente.

10 – Atualizando os dados do texto, sabe-se que a 1ª viagem de automóvel de Rio a São Paulo foi realizada em
A – 876 horas pelo conde Lesdain no Brassiler há mais de 100 anos.
B – 876 horas pelo conde Lesdain no Brassiler há 61 anos.
C – 876 horas por um brasileiro no Brassiler há mais de 100 anos.
D – 6 horas pelo conde Lesdain no Brassiler há mais de 100 anos.
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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Turma do Michel... Olimpíadas de Língua Portuguesa

Assistam ao curta: https://www.youtube.com/watch?v=DXTl21qCpBs
A garrafa e a tartaruga
Respondam em seus grupos:
1- O documentário retrata a atualidade (conflitos, questões relevantes, acontecimentos etc.), a história, a cultura ou a vida de uma personagem do local?
2- Modos de representação:Os modos de representação utilizados para abordar o real inserem o espectador no universo do filme documentário? Dependendo das estratégias escolhidas, o documentário as aproveita bem? Por exemplo:
• Ao utilizar entrevistas, elas: – Deixam transparecer de forma satisfatória o tema e/ou a personagem? – Tratam as personagens de forma respeitosa? Evite reduzi-las a estereótipos de classe, gênero, etnia?
• Ao utilizar a narração: – Ela é adequada? Ela opera de forma eficiente ao lado das imagens, seja para explicá-las, seja para contradizê-las?
• Ao utilizar material de arquivo: – Ele contribui para esclarecer e ampliar o assunto?
• Ao utilizar reencenações: – Elas se justificam? Estão adequadas?
• Ao utilizar estratégias de reflexão: – Elas estão bem desenvolvidas?
• Ao utilizar estratégias de performatividade: – O realizador deixa claro por que volta a câmera para si?
3- Recursos de linguagem
• Os recursos utilizados ao filmar e editar são os mais apropriados para se obter os efeitos desejados? Ou seja, o documentário faz uso adequado da gramática audiovisual ao enquadrar uma imagem, movimentar a câmera, editar o filme?
• Até que ponto os recursos escolhidos, ou a combinação entre eles, são as melhores opções para abordar o assunto (do ponto de vista da imagem, do som, da edição etc.)?
• Tecnicamente, imagem e som estão bem cuidados?
4- • O documentário sustenta um ponto de vista claro sobre o registro audiovisual que faz?
• Ele se posiciona, toma partido diante do assunto abordado?
• Ele expressa um olhar pessoal dos realizadores a respeito do assunto?
• Ele é inovador no tratamento do tema? Consegue usar de maneira criativa os recursos audiovisuais escolhidos (narração, imagens de arquivo, entrevistas, efeitos sonoros etc.)?
5- • O documentário é ético na maneira que filma/entrevista as pessoas?
• Quais consequências ele pode trazer para a comunidade/pessoas filmadas? Positivas ou negativas?