sexta-feira, 14 de novembro de 2014

211- adjetivo- grau

1)   Numere as frases classificando-as quanto ao grau dos adjetivos:
 ( 1 ) Grau comparativo de superioridade.
( 2 ) Grau comparativo de inferioridade.
( 3 ) Grau comparativo de igualdade.
( 4 ) Grau superlativo.
 (    ) Júlia é tão magra quanto Sílvia.
(    ) João é menos estudioso que Ana.
(    ) Rodolfo é mais louro que o irmão.
(    ) Minha avó é mais velha que meu avô.
(    ) A rosa é tão perfumada quanto a orquídea.
(    ) O gato é menos lento que a tartaruga.
(    ) O exercício foi dificílimo.
(    ) Depois da dieta ela ficou magérrima.

2)    Produza um texto usando o que se pede:
Um personagem principal com suas características físicas e emocionais.
Uma descrição de paisagem utilizando um adjetivo no grau superlativo.
Dois substantivos próprios para usar no texto com um adjetivo no grau de igualdade.
Não se esqueça de dar um título para o seu texto.

3 Indique a alternativa em que não é atribuída a ideia de superlativo ao adjetivo:
a) É uma ideia agradabilíssima.
b) Era um rapaz alto, alto, alto.
c) Saí de lá hipersatisfeito.
d) Almocei tremendamente bem.
e) É uma moça assustadoramente alta.
4- Baseando-se no exemplo exposto, elabore frases comparativas a partir das sugestões propostas entre parênteses:
política econômica – perversa – ineficiente (igualdade)
Esta política econômica é tão perversa quanto ineficiente.
a – Mário – estudioso –  irmão (superioridade)
b – trabalho – monótono – cansativo (inferioridade)
c – atitude - enérgica - justa (superioridade)
d – aplicado – aluno – gentil (igualdade)
 
5- Com base nos dizeres pertinentes a um anúncio publicitário, ora retratados a seguir, responda:
Use sabão  em pó Minuano
Limpa duas vezes mais que outro
Experimente e aprove!

a – Percebe-se que há uma comparação implícita entre os mesmos. Relate-a, explicitando o tipo de comparativo empregado no anúncio.
b – Relate a finalidade a que se refere este recurso linguístico tão presente na publicidade em geral.
Evidencia-se a seguir alguns fragmentos referentes a  um poema de Manuel Bandeira. Analise-os, para que em seguida possa responder ao que se pede:
"Cecília, és libérrima e exata
como a concha".
                     Manuel Bandeira     


6- Tendo em vista a concepção de que o termo destacado (libérrima) constitui o grau superlativo absoluto sintético referente ao adjetivo livre, aponte aquele correspondente a:
a – muito feroz ---------------------------
b – muito pobre----------------------------
c – muito cruel-----------------------------
d – muito feliz-----------------------------

domingo, 9 de novembro de 2014

As pombas- 2º ano

Caros alunos, vocês precisam analisar uma estrofe do poema "As pombas" de Raimundo Correia (que está em vermelho) e mais 5 questões a escolha de vocês... Boa sorte!
1-      Poderia este texto ser considerado um soneto?
2-      Quantas estrofes deve ter todo soneto?
3-      Qual o nome dado para as duas primeiras estrofes?
4-      Qual o nome atribuído às seguintes?
5-      Quantos versos deve ter essa forma fixa de composição poética?
6-      Como é chamado o último verso de qualquer soneto?
7-      Em que país surgiu o soneto pela primeira vez?
8-      Qual o nome do poeta inventor do soneto?
A- Estudo da primeira estrofe
Vai-se a primeira pomba despertada…
Vai-se outra mais…mais outra… enfim dezenas
De pombas vão se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada
1-      Rima é uma identidade _________(visual,olfativa, sonora, gustativa) entre palavras. Escolha uma resposta.
2-       A palavra ” despertada ” rima com qual palavra da estrofe acima?
3-      E a palavra ” dezenas ” rima com o quê?
4-       Volte à estrofe e atribua letras ” A ” ou ” B ” conforme as rimas.
5-      Agora escolha o tipo de rima que temos nesta primeira estrofe:
a) alternada    b) emparelhada   c) intercalada ou interpolada   d) não temos rima
6-      Qual expressão na estrofe acima constitui uma metáfora?
7-       A rima, nesta estrofe, é pobre ou rica? (justifique)
B- Estudo da segunda estrofe
E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais  de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada
1-      “Nortada” (vento norte) rima com
2-       “Serenas” está rimando com
3-       O poeta manteve a mesma classificação de rima da primeira estrofe? Qual?
4-       Transcreva uma onomatopeia contida nesta estrofe e que embeleza o estilo do autor.
5-      Qual expressão nesta estrofe indica tempo?
6-       Qual expressão na mesma estrofe indica espaço?
C- Estudo da terceira estrofe
Também dos corações onde abotoam
Os sonhos, um por um, céleres voam
Como voam as pombas dos pombais
1-      Atribua letras para as palavras finais de cada verso. Use as letras “C” e “D”
2-       Quais estão rimando?
3-       Nesta estrofe, o voo das pombas está sendo comparado ao voo dos
4-      Que ideia nos sugere a palavra ”céleres” ?     Lentidão ou velocidade?
5-       Em ” Como voam as pombas dos pombais ” temos comparação ou metáfora?
D- Estudo da quarta estrofe
No azul da adolescência as asas soltam
Fogem…mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais…
1-      Atribua letras para as palavras finais de cada verso. Use as letras “C” e “D”
2-       Agora dê os nomes conforme a disposição obtida  
3-       O que não volta mais aos corações?  
4-      Por que o poeta empregou tantas reticências no texto ?  Qual o objetivo? ______________________________________
Questões gerais
1-      Transcreva um verso que indique vermelhidão no horizonte, onde existe uma brisa agradável
2-       Cite o que é áspero e frio, afugentando as pombas de volta ao ninho.
3-       Qual adjetivo no poema indica uma qualidade própria das pombas, sempre sossegadas ou tranquilas,  independentemente de estarem pousadas ou voando.
4-      Qual verbo tem o sentido de agitar, encrespar as asas para o voo, ou seja, fazer barulho?
5-       Qual expressão mostra que as pombas são gregárias, voam em grupos, estralejando ao bater compassado das asas?
6-       Que verbo, no poema, indica florir, deitar botões, principalmente em relação à mocidade?
7-       Você concorda ou não com o pensamento: O coração é  como um canteiro florido de sonhos?
8-       A palavra ”azul” tem alguma relação com a adolescência? Qual?
9-       A conclusão a que chega o poeta é otimista ou pessimista?
10-   Qual o gênero textual de que estamos falando?
11-   Qual a tipologia textual deste poema?
12-   Você diria que o poeta, mesmo pertencendo à fase realista da poesia (parnasianismo) foi mais realista ou mais romântico neste poema?
13-   Você acha que todos têm sonhos ou no crepúsculo da vida eles diminuem?


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dia das Crianças



Confeccionados para os pequenos um cofre após trabalhar a parte de economia em alguns livros como:
A economia de Maria
O lava-carros de Isabel...

Caricaturas 7ª B





7ª B esbanjando criatividade...Até personagem de desenho pintou por ali...

Caricaturas- 7ª A




Alunos da 7ª A fazem caricaturas próprias...
Diz o Carlinhos:
- Professora, a senhora vai apagar?
- Sim...
- Espera aí... Tchau cara, vou sentir saudades...
Sempre tem um dramático...
Isso faz com que a gente se apaixone ainda mais pelo trabalho!!

Simetria

Alunos da 7ª A fazem mural simétrico...

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O busto- 2º ano

Com essa afirmativa – Vais encontrar o mundo! – o pai de Sérgio leva-o ao internato masculino, cujo nome identifica o importante romance de Raul Pompéia: O ateneu. O texto apresenta uma solenidade na escola.
O busto
Aristarco inclinou-se ligeiramente para a Graciosa Senhora. Passeou um olhar sobre o anfiteatro. Não pôde dizer palavra. Pela primeira vez na vida sentiu-se mal diante de um auditório. A massa de ouvintes apertava-se curiosa na linha das bancadas, em curva de ferradura. A cor preta das casacas e paletós generalizava-se no espaço como uma escuridão desnorteadora; amedrontava-o o semicírculo negro, enorme. A impressão simultânea do público impedia-lhe reconhecer uma fisionomia amiga que o animasse. Mas urgia improvisar alguma coisa antes da eloquência rabiscada que trazia em tiras de papel... Quando o olhar foi ter a um objeto que o chamou à consciência de si mesmo. Diante da tribuna erigia-se uma peanha de madeira lustrosa; sobre a peanha uma forma indeterminada, misteriosamente envolta numa capa de lã verde. A surpresa! Era ele, que ali estava encapado na expectativa da oportunidade; ele bronze impertérrito, sua efígie, seu estímulo, seu exemplo: mais ele até do que ele próprio, a tremer; porque bronze era a verdade do seu caráter, que um momento absurdo de fraqueza desfigurava e subtraía. Lembrou-se de que o vasto barracão, as alças de flores, o vigamento, a belbutina, a arquitetura dos palanques, os galões alfinetados, todas as sanefas de paninho, o olhar dos discípulos, a presença da população, o busto na capa verde, tudo era o seu triunfo por seu triunfo, e o embaraço desvaneceu-se. A inspiração ferveu-lhe de engulho à goela, vibrou-lhe elétrica na língua, e ele falou. Falou como nunca, esqueceu o calhamaço sobressalente que trouxera, improvisou como Demóstenes, inundou a arena, os degraus do trono, as ordens todas da arquibancada até a oitava, com o mais espantoso chorrilho de facúndia que se tem feito correr na terra.
(...)
Depois de uma parte de concerto, que foi como descanso reparador, seguiu-se a oferta do busto. Teve a palavra o Professor Venâncio.
- Coroemo-lo!- bradou de súbito Venâncio.
Neste momento, o Clímaco, estrategicamente postado, puxou com força um cordão. Da capa verde dilacerada, emergiu a surpresa: o busto da oferta. Um pouco de sol rasteiro, passando a lona, vinha de encomenda estilhaçar-se contra o metal novo.
-Coroemo-lo! repetia Venâncio, num vendaval de aclamações. E sacando da tribuna esplêndida coroa de louros, que ninguém vira, colocou-a sobre a figura.
Aristarco caiu em si. Referia-se ao busto toda a oração encomiástica de Venâncio. Nada para ele das belas apóstrofes! Teve ciúmes. O gozo da metamorfose fora uma alucinação. O aclamado, o endeusado era o busto: ele continuava a ser o pobre Aristarco, mortal, de carne e osso. O próprio Venâncio, o fiel Venâncio, abandonava-o. E por causa daquilo, daquela coisa mesquinha sobre a peanha, aquele pedaço de Aristarco, que nem ao menos era gente!
Mal acabou de falar o professor, viu-se Aristarco levantar-se, atravessar freneticamente o espaço atapetado, arrancar a coroa de louros ao busto.
Louvaram todos a magnanimidade da modéstia.
1-      Dê o significado das palavras destacadas de acordo com o texto.
2-      Assinale a melhor alternativa e justifique com fragmentos do texto:
a-      Trata-se de um narrador onisciente, que não participa das ações narradas, por isso, usa a 1ª pessoa.
b-      Trata-se de uma personagem secundária, que narra em 3ª pessoa porque só visualiza as ações externas praticadas pelas demais personagens.
c-      Trata-se de um narrador-protagonista que, no entanto, penetra na intimidade das demais personagens, vendo-as pelo lado de dentro, caracterizando lhes o estado de espírito.
d-     Trata-se de um narrador distante e frio, que descreve apenas matéria que objetivamente visualiza.
3-      Classifique seguindo o código:
A-    Emoções ou sentimentos vividos internamente pela personagem
B-    Sensações ou impressões experimentados internamente pela personagem
C-    Ações praticadas pela personagem
(     ) Aristarco inclinou-se ligeiramente para a Graciosa Senhora.
(     ) A cor preta das casacas e paletós generalizava-se no espaço como uma escuridão desnorteadora...
(     ) ... amedrontava-o o semicírculo negro, enorme.
(     ) ... e o embaraço desvaneceu-se.
(     ) A inspiração ferveu-lhe de engulho à goela.
(     ) ... sofreu o segundo abalo de terror daquela solenidade.
(     ) A oscilação do turíbulo pode fazer enjoo.
(     ) Gostava do elogio, imensamente.
(     ) Perdia a sensação da roupa.
(     ) Ele sentia metalizar-se a carne.
(     ) ... o Clímaco, estrategicamente postado, puxou com força um cordão.
(     ) Um pouco de sol rasteiro (...) vinha de encomenda estilhaçar-se contra o metal novo.
4-      Assinale a alternativa correta, justificando com exemplos:
a-      Predominam as situações estáticas, ou seja, não há movimento, nem externo às personagens, nem interno.
b-      Predominam as situações dinâmicas apenas externamente, pois o leitor não tem a percepção da realidade psíquica das personagens.
c-      O movimento exterior, as ações visualizáveis, são decorrência da mobilidade psíquica da personagem.
5-      Relacione as ações abaixo com o sentido humano que ela desenvolve:
a-      A cor preta das casacas e paletós generalizava-se
b-      ... ele bronze impertérrito...
c-      A inspiração ferveu-lhe de engulho à goela.
d-     A oscilação do turíbulo pode fazer enjoo.
e-      ... congelava-lhe os membros uma frialdade de ferro...
f-       ... adivinhava reflexos desconhecidos de polimento.
g-      Consolidavam-se  as dobras das roupas em modelagem resistente e fixa.
6-      Retire do 1ª parágrafo uma metáfora e uma metonímia e explique-as.

7-      O final do texto pode ser caracterizado como lírico, épico, dramático ou irônico? Por quê?